Você sabe o que é venda condicional? Veja as vantagens de usá-la

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Embora existam vários fatores que pesam na hora de aumentar o faturamento da empresa, a forma como o produto chega aos clientes tem um papel especial, concorda? Talvez você já tenha ouvido falar de tipos de comercialização, como venda direta, consignada, consultiva e corporativa.

O modelo é escolhido com o uso de critérios variados, como segmento, tipo de produto e preferência dos clientes, por exemplo. Ainda assim, a venda condicional está entre as que mais se destacam no mercado — e é justamente sobre ela que vamos falar neste post.

Você vai entender mais sobre o assunto ao longo dos próximos tópicos, em que contamos o que é a venda condicional, quais as suas vantagens, como o modelo pode ser usado e os cuidados que você não pode deixar de tomar. Vamos lá?

O que é a venda condicional?

Vendas costumam ter um grande protagonismo nas empresas e boa parte das marcas tem setores especializados no tema. Não por acaso, há vários tipos e nem sempre os mais difundidos são os melhores.

Venda direta e consignada, por exemplo, costumam ser voltadas aos clientes comuns, enquanto a consultiva e a corporativa têm foco em empresas. Ainda assim, há um tipo de comercialização que ajuda a trazer mais conforto aos clientes: a venda condicional.

Já ouviu falar sobre ela? O modelo funciona quando o cliente fica com o item em casa para provar, podendo devolvê-lo ou efetuar a compra. A ideia é conhecida há alguns anos e é possível que você já tenha feito uma compra por meio dessa prática.

Como funciona a venda condicional?

Talvez você tenha ouvido falar na venda condicional como “delivery”. A palavra vem do inglês e está ligada à ideia de distribuição ou entrega. Ela costuma ser mais usada em restaurantes e lanchonetes, como ao pedir uma pizza e recebê-la em casa, por exemplo.

O delivery relacionado à venda condicional funciona de forma um pouco diferente. Isso porque os produtos não são levados para o cliente após a compra, uma vez que o processo é invertido — as peças são enviadas antes da compra, ou seja, o cliente prova e decide se quer ou não.

Há algumas limitações para o modelo em certos produtos e isso faz com que o alvo principal seja o mercado da moda. Ainda assim, você pode ver outros usos para essa venda, como acessórios e artesanatos.

Quais são as vantagens de utilizar a venda condicional?

Antes de optar por um modelo de comercialização, o ideal é fazer uma escolha que funcione para o planejamento financeiro do negócio. Por isso, analisar os pontos fortes da venda condicional pode ser uma boa. Existem vários, e você pode conferir os dois principais a seguir.

Conforto dos clientes

Você já sentiu a frustração de ir em uma loja de roupa e ficar horas na fila? Esse sentimento de impotência surge quando alguma coisa não corresponde às suas expectativas — nesse caso, esperar uma compra rápida e acabar gastando muito tempo.

A logística para o cliente também é beneficiada. Nem sempre há uma boa loja próximo da sua casa, não é? Se você costuma rodar pelas estradas do país, talvez já tenha se deparado com alguns dos principais problemas de mobilidade urbana.

Boa parte das vezes, isso repercute em engarrafamentos. Agora, imagine a hipótese de não precisar se deslocar para comprar seus produtos favoritos? É esse o efeito que a venda condicional produz nos clientes.

Teste do produto

Testar produtos antes da compra é uma prática que existe em mercados muito variados, e isso não ocorre por acaso. A ideia é facilitar a decisão, dando pistas sobre como será a experiência do consumidor com o produto.

Um exemplo que você talvez já tenha visto é o free trial de sistemas virtuais. A empresa disponibiliza um software sem custos por algumas semanas e, caso conquiste o cliente, a compra é feita após o período.

A venda condicional trabalha com base nessa ideia. No caso de roupas, o público pode provar e ver pontos como medidas, caimento e até combinações com as outras peças do guarda-roupa.

Como esse modelo de vendas pode ser usado?

O primeiro ponto que você deve prestar atenção é o nível de aceitação do seu mercado para essa ideia. O quanto os consumidores são receptivos para provar o seu tipo de produto em suas casas?

Mesmo em mercados mais explorados, procure ter um nicho bem definido. Se for vestuário, por exemplo, há um leque grande de segmentos a serem explorados, como roupas para gestantes, atletas, crianças e por aí vai.

A precificação também é algo que vale prestar atenção no plano de negócios. Isso porque um preço muito fora da realidade faz com que você tenha dificuldade de ajustar o negócio ao público-alvo, sinalizar o valor dos produtos e enfrentar os concorrentes.

Quais cuidados devem ser tomados?

Às vezes, pode pintar uma insegurança na hora de entregar um produto para um cliente sem que a compra seja feita, não é? Perguntas como “e se o consumidor decidir não devolver?”, talvez estejam cruzando sua mente neste momento.

Felizmente, há algumas medidas que você pode tomar para evitar problemas. A elaboração de prazos claros, por exemplo, ajuda a evitar atrasos na devolução e deixa o produto disponível rapidamente para outras vendas.

Ainda vale fazer uma lista de tudo que está sendo entregue, definindo os detalhes de cada peça — tamanho, categoria, tipo e cor. Assim, você terá um material para conferir e ver o que está correto ou se há algo faltando.

A venda condicional ainda é um modelo usado em várias cidades e pode produzir bons resultados dependendo do seu nicho de negócio. Um dos principais efeitos é o atendimento mais próximo com o cliente, mudando a dinâmica da compra.

Pensando em trazer a venda condicional para o seu negócio? Você ainda pode se beneficiar da tecnologia e implementar o modelo junto a uma solução para gestão das vendas condicionais, facilitando trabalhos como emissão de notas, recolhimento de impostos e gestão contábil.

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